{"id":4378,"date":"2016-01-25T15:00:45","date_gmt":"2016-01-25T17:00:45","guid":{"rendered":"http:\/\/52.44.105.13\/?p=4378"},"modified":"2026-06-09T18:24:01","modified_gmt":"2026-06-09T18:24:01","slug":"decreto-n47-041de-31-de-agosto-de-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adz.technology\/demarest\/decreto-n47-041de-31-de-agosto-de-2016\/","title":{"rendered":"MINUTA: Delibera\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba xxx, de xx de xxxxx de 2016"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Define crit\u00e9rios para licenciamento para as atividades de disposi\u00e7\u00e3o de rejeito e est\u00e9ril da minera\u00e7\u00e3o em cava de mina e de reaproveitamento desses materiais quando dispostos em pilha, em barragem ou em cava e altera dispositivos da Delibera\u00e7\u00e3o Normativa COPAM n\u00ba 74, de 9 de setembro de 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Conselho Estadual de Pol\u00edtica Ambiental &#8211; COPAM, no uso das atribui\u00e7\u00f5es que lhe conferem o art.14, inciso I da Lei Estadual 21.972, de 21 de janeiro de 2016, e o art. 3o, incisos I e II do Decreto Estadual 46.953, de 23 de fevereiro de 2016, e tendo em vista o disposto no art. 214, \u00a71\u00ba, IX, da Constitui\u00e7\u00e3o do Estado de Minas Gerais e no art. 20 da Lei Estadual 18.031, de 12 de janeiro de 2009;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando a necessidade de disciplinar as atividades de disposi\u00e7\u00e3o de est\u00e9ril e rejeito da minera\u00e7\u00e3o em cava de mina e de reaproveitamento de bens minerais dispostos em pilhas, barragens ou cavas;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando que essas atividades podem retardar ou atenuar impactos ambientais decorrentes do uso de novas \u00e1reas para disposi\u00e7\u00e3o de est\u00e9ril e rejeito da minera\u00e7\u00e3o, promover a reabilita\u00e7\u00e3o de cavas exauridas, visando a recomposi\u00e7\u00e3o da paisagem;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando que o reaproveitamento de materiais depositados em barragens de rejeitos \u00e9 ambientalmente vantajoso, podendo reduzir o potencial de dano ambiental associado \u00e0 estrutura e a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas seguras para o fechamento de empreendimentos miner\u00e1rios e para a desativa\u00e7\u00e3o de barragens;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando o previsto no art. 19, inciso III, da Lei Estadual 21.972, de 21 de janeiro de 2016, referente \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o da modalidade de licenciamento ambiental\u00a0 concomitante;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DELIBERA:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 1\u00ba<\/strong>. A descri\u00e7\u00e3o do Grupo A-05, da Listagem \u201cA\u201d da Delibera\u00e7\u00e3o Normativa COPAM n\u00ba 74, de 9 de setembro de 2004, passa a figurar com a seguinte reda\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u201cA-05 Unidades e atividades operacionais em minera\u00e7\u00e3o, inclusive unidades de tratamento de minerais, reaproveitamento e disposi\u00e7\u00e3o de est\u00e9ril e de rejeito.\u201d<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 2\u00ba<\/strong>. O Grupo A-05, da Listagem \u201cA\u201d da Delibera\u00e7\u00e3o Normativa COPAM n\u00ba 74, de 9 de setembro de 2004 fica acrescido dos seguintes c\u00f3digos de atividade:<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>\u2013 <em>A-05-06-2 \u2013 <\/em><\/strong>Disposi\u00e7\u00e3o de est\u00e9ril ou de rejeito inerte e n\u00e3o inerte da minera\u00e7\u00e3o (classe II-A e II-B, segundo a NBR 10.004) em cava de mina, em car\u00e1ter tempor\u00e1rio ou definitivo, sem necessidade de constru\u00e7\u00e3o de barramento para conten\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Potencial poluidor\/degradador: <\/strong>ar: M; \u00e1gua: G; solo: M; \u00a0<strong>Geral: M<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Porte: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<\/strong>volume da cava \u2264 20.000.000 m3: <strong>Pequeno<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">20.000.000 m\u00b3 &lt; volume da cava \u2264 40.000.000 m\u00b3: <strong>M\u00e9dio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 volume da cava &gt; 40.000.000 m3: <strong>Grande<\/strong><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>\u2013 <em>A-05-08-4 \u2013 <\/em><\/strong><em>Reaproveitamento de bens minerais dispostos em pilha de est\u00e9ril ou rejeito.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Potencial poluidor\/degradador: <\/em><\/strong><em>ar: M; \u00e1gua: M; solo: P;\u00a0<strong>Geral: M<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Porte: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<\/em><\/strong><em>material de reaproveitamento \u2264 2.000.000 t\/ano: <strong>Pequeno<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>2.000.000 &lt; material de reaproveitamento \u2264 7.000.000 t\/ano: <strong>M\u00e9dio<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0material de reaproveitamento &gt; 7.000.000 t\/ano: <strong>Grande<\/strong><\/em><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>\u2013 <em>A-05-09-5 \u2013 <\/em><\/strong><em>Reaproveitamento de bens minerais dispostos em <\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left;\"><em>\u00a0<\/em><strong><em>Potencial poluidor\/degradador: <\/em><\/strong><em>ar: M; \u00e1gua: G; solo: M;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>Geral: M<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong><em>Porte: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<\/em><\/strong><em>material de reaproveitamento\u2264 2.000.000 m\u00b3\/ano: <strong>Pequeno<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em>2.000.000 m\u00b3 &lt; material de reaproveitamento \u2264 7.000.000 m\u00b3\/ano: <strong>M\u00e9dio<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0material de reaproveitamento &gt; 7.000.000 m\u00b3\/ano: <strong>Grande<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong>Art. 3\u00ba. <\/strong>Ficam inseridas no gloss\u00e1rio do Anexo \u00danico da Delibera\u00e7\u00e3o Normativa COPAM n\u00ba 74, de 9 de setembro de 2004, as seguintes defini\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Material de reaproveitamento: <\/strong>\u00e9 a quantidade de material a ser retirada para reaproveitamento de bens minerais, expressa em toneladas por ano (t\/ano) no caso de reaproveitamento em pilhas, e em metros c\u00fabicos por ano (m3\/ano) no caso de reaproveitamento em barragens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Volume da cava: <\/strong>\u00e9 o volume da cava da mina, exaurida ou n\u00e3o, dispon\u00edvel para recebimento de est\u00e9ril ou de rejeito, em car\u00e1ter definitivo ou tempor\u00e1rio, observada a borda livre de seguran\u00e7a, definida em projeto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 4\u00ba. <\/strong>As atividades relacionadas no artigo 2\u00ba desta Delibera\u00e7\u00e3o Normativa ser\u00e3o submetidas ao licenciamento ambiental, independente da classe, e executadas em \u00fanica fase, de forma concomitante, nos termos do artigo 19, inciso III, da Lei Estadual 21.972, de 21 de janeiro de 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Par\u00e1grafo \u00fanico<\/strong>. Sem preju\u00edzo de outros documentos exig\u00edveis, os requerimentos de licen\u00e7a para as atividades relacionadas no artigo 2\u00ba desta Delibera\u00e7\u00e3o Normativa ser\u00e3o instru\u00eddos com Relat\u00f3rio de Controle Ambiental (RCA) e Plano de Controle Ambiental (PCA), cujos termos de refer\u00eancia espec\u00edficos ser\u00e3o disponibilizados pela SEMAD.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 5\u00ba<\/strong>. Observado o artigo anterior, na formaliza\u00e7\u00e3o do processo de licenciamento ambiental para reaproveitamento de bens minerais dispostos em barragem, previsto no c\u00f3digo A-05-09-5<strong>, <\/strong>ser\u00e1 exigida Declara\u00e7\u00e3o de Condi\u00e7\u00e3o de Estabilidade fundamentada em auditoria t\u00e9cnica de seguran\u00e7a, que considere as altera\u00e7\u00f5es advindas da opera\u00e7\u00e3o de reaproveitamento, suas implica\u00e7\u00f5es na seguran\u00e7a da estrutura e a destina\u00e7\u00e3o dos novos rejeitos gerados para os casos de barragem em opera\u00e7\u00e3o ou paralisada.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>1\u00ba. <\/strong>No caso de processo de licenciamento de reaproveitamento de bens minerais dispostos em barragem desativada, por n\u00e3o caber a exig\u00eancia de relat\u00f3rio de auditoria t\u00e9cnica de seguran\u00e7a, a descri\u00e7\u00e3o das altera\u00e7\u00f5es advindas da opera\u00e7\u00e3o de reaproveitamento e suas implica\u00e7\u00f5es dever\u00e1 ser feita no \u00e2mbito do RCA e do PCA, considerando dentre outros aspectos a necessidade ou n\u00e3o de reativa\u00e7\u00e3o da estrutura, tendo em vista a destina\u00e7\u00e3o dos novos rejeitos gerados.<\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>2\u00ba. <\/strong>Na hip\u00f3tese prevista no caput deste artigo, o auditor dever\u00e1 explicitar na Declara\u00e7\u00e3o de Condi\u00e7\u00e3o de Estabilidade a frequ\u00eancia de realiza\u00e7\u00e3o das auditorias t\u00e9cnicas de seguran\u00e7a subsequentes, que n\u00e3o poder\u00e1 ser inferior \u00e0quela j\u00e1 estabelecida pelo art. 7\u00ba da Delibera\u00e7\u00e3o Normativa COPAM n\u00ba 87, de 17 de junho de 2005, ou da que suced\u00ea-la.<\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>3\u00ba<\/strong>. Entende-se por barragem paralisada aquela na qual n\u00e3o h\u00e1 mais disposi\u00e7\u00e3o de rejeitos, mas que n\u00e3o se encontra desativada, e por barragem desativada aquela que n\u00e3o atende aos requisitos de seguran\u00e7a, conforme previsto no artigo 18 da Lei 12.334, de 20 de setembro de 2010.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 6\u00ba<\/strong>. Quando for necess\u00e1ria a constru\u00e7\u00e3o de barramento para conter o rejeito dentro da cava da mina, evitando seu escape, o processo dever\u00e1 ser formalizado como disposi\u00e7\u00e3o de rejeito em barragem, hip\u00f3tese em que se aplica o c\u00f3digo A-05-03-7 da Delibera\u00e7\u00e3o Normativa COPAM n\u00ba 74, de 9 de setembro de 2004, sujeitando-se \u00e0s normas legais aplic\u00e1veis a esse tipo de estrutura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art 7<\/strong><strong>\u00ba. <\/strong>N\u00e3o se aplica a exig\u00eancia de formaliza\u00e7\u00e3o de processo de licenciamento ambiental espec\u00edfico para as atividades previstas no art. 2\u00ba desta Delibera\u00e7\u00e3o Normativa, quando configuradas as seguintes situa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>\u2013 <\/strong>quando a disposi\u00e7\u00e3o de est\u00e9ril ou de rejeito em cava estiver prevista e detalhada no RCA e PCA apresentados para o licenciamento ambiental da lavra do empreendimento miner\u00e1rio principal;<\/li>\n<li>\u2013 quando for necess\u00e1ria a retirada de rejeito contido na barragem com vistas ao alcance da condi\u00e7\u00e3o de \u00a0 \u00a0 \u00a0 estabilidade da estrutura, desde que expressamente recomendada em Auditoria T\u00e9cnica de Seguran\u00e7a, hip\u00f3tese em que a opera\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser realizada sem preju\u00edzo do disposto pelos artigos 7\u00ba e 8\u00ba da Delibera\u00e7\u00e3o Normativa COPAM n\u00ba 87, de 17 de junho de 2005, ou da que suced\u00ea-la;<\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>\u2013 <\/strong>quando ocorrer a retirada de rejeito que tenha sido objeto de licenciamento para disposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria em cava de mina, com vistas ao reaproveitamento ou nova forma de disposi\u00e7\u00e3o, desde que o empreendimento miner\u00e1rio ao qual a cava pertence se encontre em opera\u00e7\u00e3o e que possua Licen\u00e7a de Opera\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Par\u00e1grafo \u00fanico<\/strong>. Nos casos previstos nos incisos II e III, a retirada do rejeito dever\u00e1 ser precedida de ci\u00eancia ao \u00f3rg\u00e3o licenciador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 8\u00ba<\/strong>. As barragens de rejeitos de minera\u00e7\u00e3o que utilizem ou que tenham utilizado o m\u00e9todo de alteamento para montante devem seguir as diretrizes do Decreto Estadual\u00a0 n\u00ba 46.993, de 2 de maio de 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art 9\u00ba. <\/strong>Os processos de licenciamento ambiental relativos \u00e0s atividades listadas no art. 2\u00ba desta Delibera\u00e7\u00e3o Normativa, formalizados antes de sua publica\u00e7\u00e3o e ainda n\u00e3o conclu\u00eddos, que foram enquadrados em outros c\u00f3digos de atividades previstas na Delibera\u00e7\u00e3o Normativa COPAM n\u00ba 74 de 09 de setembro de 2004, ser\u00e3o reorientados segundo os crit\u00e9rios estabelecidos nesta Delibera\u00e7\u00e3o Normativa.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>1\u00ba. <\/strong>Os processos cujos empreendimentos possuam licen\u00e7a concedida antes do in\u00edcio da vig\u00eancia desta Delibera\u00e7\u00e3o Normativa ser\u00e3o objeto de altera\u00e7\u00e3o do c\u00f3digo de atividade quando da sua revalida\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>2\u00ba<\/strong>. Nos casos previstos no par\u00e1grafo anterior, mediante fundamenta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, o \u00f3rg\u00e3o licenciador poder\u00e1 convocar o respons\u00e1vel legal pelo empreendimento a proceder a revis\u00e3o da licen\u00e7a antes da revalida\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 10. <\/strong>Esta Delibera\u00e7\u00e3o Normativa entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Belo Horizonte, XX de agosto de 2016.<\/p>\n<p><strong> \u00a0 \u00a0Jairo Jos\u00e9 Isaac<br \/>\n<\/strong>Secret\u00e1rio de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel Presidente do Conselho Estadual de Pol\u00edtica Ambiental<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Define crit\u00e9rios para licenciamento para as atividades de disposi\u00e7\u00e3o de rejeito e est\u00e9ril da minera\u00e7\u00e3o em cava de mina e de reaproveitamento desses materiais quando dispostos em pilha, em barragem ou em cava e altera dispositivos da Delibera\u00e7\u00e3o Normativa COPAM n\u00ba 74, de 9 de setembro de 2004. 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